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Quando estás aos pés do Hotel Gevora Tower, no Dubai, sentes logo aquela altura impressionante – 356 metros, uma coisa vertiginosa! Este hotel ostentou, durante muito tempo, o título de mais alto do mundo. Mas sabes que mais? Brevemente, a primazia vai passar para o Hotel Ciel que, segundo o que se anuncia, vai atingir uns incríveis 360,4 metros. Desenhado por um renomado escritório de arquitetura londrino, o edifício vai abrigar 82 andares e mais de 1040 quartos e suítes, tornando-se um dos gigantes, tanto em altura como em capacidade de alojamento.
Ora, estes espaços de luxo não são apenas uma silhueta imponente no horizonte. Nos andares mais altos, encontras sítios que nos deixam simplesmente sem fôlego:
É precisamente aqui que descobres experiências únicas – panoramas inesquecíveis aliadas a um serviço de excelência. É frequente ver que os restaurantes nos topos destes hotéis entram nos rankings mundiais, atraindo tanto turistas como apreciadores da gastronomia local.
Entre estas construções elevadas, encontras também verdadeiras joias de inovação tecnológica. Por exemplo, no J Hotel, em Xangai, que atinge mais de 328 metros, foram implementados sistemas avançados de gestão inteligente dos quartos. Imagina só:
Tudo isto faz com que a tua estadia se transforme numa verdadeira aventura futurista.
Pela minha experiência, a infraestrutura de serviços nestes hotéis muitas vezes ultrapassa os padrões a que estamos habituados. Oferecem, por exemplo:
Esta combinação de altura impressionante e luxo inigualável abre um leque de novas possibilidades. Os hóspedes podem não só admirar paisagens deslumbrantes, mas também usufruir de comodidades que, ainda há pouco tempo, estavam disponíveis apenas em resorts à beira-mar ou em ilhas privadas.
Do que me lembro, a arquitetura destes hotéis integra-se na perfeição na paisagem urbana e no contexto cultural local. O Hotel Ciel, no Dubai, por exemplo, tem uma fachada que simboliza a leveza e o movimento das nuvens – fazendo jus ao seu nome. É uma espécie de jogo subtil com o ambiente.
Os hotéis altos atraem viajantes que procuram algo mais do que uma estadia comum. Quando escolhes um quarto no 70.º ou 80.º andar, podes contar com vistas verdadeiramente singulares que se transformam a cada hora do dia e a cada estação. Este espetáculo é, muitas vezes, tão importante quanto a qualidade do serviço ou a decoração dos interiores.
Alguns destes espaços estão equipados com sistemas de segurança e conforto extremamente avançados, tais como:
Assim, a tua estadia será confortável e, acima de tudo, segura, mesmo a estas alturas vertiginosas.
É claro que uma altura destas também acarreta desafios logísticos. O staff usa elevadores de serviço especialmente concebidos, que entregam refeições e outros pedidos de forma rápida e eficiente, mesmo nos andares mais altos. Sistemas de monitorização permitem gerir com precisão os acessos e todos os serviços em todo o hotel, o que faz com que tudo funcione na perfeição.
Ora, quando se olha para o mapa, percebe-se logo que os hotéis mais altos do mundo se concentram sobretudo em cidades que se destacam pela sua arquitetura impressionante e desenvolvimento dinâmico. Pegamos, por exemplo, em Hong Kong – é um verdadeiro símbolo de modernidade, onde encontramos o Ritz-Carlton Hong Kong. Este hotel, situado entre o 102.º e o 118.º andar do arranha-céus International Commerce Centre, eleva-se a 490 metros. Que, na minha opinião, é um fenómeno absoluto – o hotel oferece vistas sobre a Baía de Victoria e a paisagem urbana que, garanto-te, não vais esquecer para o resto da vida.
Para além de Hong Kong, no Sudeste Asiático, vale a pena dar uma olhadela ao Baiyoke Tower II em Banguecoque. É um hotel de 85 andares, que é, simultaneamente, o edifício mais alto da Tailândia. Os seus terraços panorâmicos e restaurantes nos andares superiores são um verdadeiro mimo para os turistas que procuram sensações fortes. Em Xangai, por sua vez, encontras o já referido J Hotel, que atinge mais de 328 metros, equipado com tecnologias de ponta que, simplesmente, elevam o conforto da estadia a este nível.
Não há como negar que o Dubai é um verdadeiro santuário para os investidores que constroem hotéis ultra-altos. Para além da Gevora Tower e do futuro Hotel Ciel, a cidade é famosa por gigantes como o Burj Al Arab. Este símbolo de luxo tem mais de 320 metros de altura e uma arquitetura singular em forma de vela. No Dubai, a altura anda muitas vezes de mãos dadas com um design inovador e serviços de luxo, criando memórias que ficam contigo para sempre.
No Médio Oriente, em cidades como Doha ou Riade, também se tem vindo a investir em hotéis altos e arranha-céus, embora as suas alturas ainda não rivalizem com as do Dubai ou Hong Kong. Na Europa, contudo, os hotéis mais altos geralmente não atingem tais patamares, mas observo um número crescente de arranha-céus hoteleiros modernos, especialmente em Espanha e na Rússia.
Na América do Norte, cidades como Nova Iorque e Chicago apresentam hotéis localizados em arranha-céus de escritórios ou torres residenciais que ultrapassam os 200 metros. O hotel Four Seasons em Nova Iorque, por exemplo, situado nos últimos andares de um arranha-céus, oferece apartamentos luxuosos com vistas para Manhattan que, garanto-te, te vão deslumbrar.
Em suma, os hotéis mais altos do mundo encontram-se em centros de negócios e turísticos globais, onde a arquitetura moderna ajuda a construir a marca da cidade e a atrair hóspedes para quem conta não só o conforto, mas também vistas espetaculares e uma localização absolutamente única. São sítios que tens mesmo de ver com os teus próprios olhos!
Ora, quando o assunto é o Dubai, a primeira coisa que nos vem à cabeça é que esta cidade está sempre a bater recordes de altura no setor hoteleiro. Está constantemente a levar os limites do luxo e da inovação arquitetónica mais além. É mesmo aqui que se encontra o maior número de hotéis-arranha-céus com mais de 300 metros, e cada um deles oferece algo verdadeiramente único:
Ao contrário de outras metrópoles, o desenvolvimento dos arranha-céus na região alia-se muitas vezes à criação de vastos complexos de resort. Estes centros de entretenimento e relaxamento são totalmente autónomos e incluem:
São precisamente este tipo de soluções que respondem às crescentes exigências dos hóspedes, que desejam usufruir de toda a infraestrutura sem ter de sair do hotel. Tens tudo à mão – a comodidade é o mais importante!
Investidores e promotores imobiliários utilizam a altura e o design único como fortes trunfos de marketing, que rapidamente se tornam ícones da cidade e a sua marca reconhecível. Um excelente exemplo é o Burj Al Arab Jumeirah, que não só impressiona pela altura, mas também pelo seu formato que lembra uma vela – na minha opinião, um dos símbolos de luxo mais reconhecidos a nível mundial.
A nível local, a oferta hoteleira está em constante evolução para diferentes segmentos de mercado – desde apartamentos ultra-exclusivos com vista para o Golfo Pérsico, até hotéis boutique mais acessíveis, mas ainda assim de alta qualidade, em arranha-céus. Esta diversidade atrai tanto VIPs quanto turistas que procuram, pura e simplesmente, experiências únicas. Há opções para todos os gostos!
Além disso, os hotéis altos no Dubai são frequentemente equipados com sistemas avançados e ecológicos de gestão de consumo de energia e água. Estamos a falar de soluções como:
Aqui, a ecologia pura e simplesmente alia-se ao luxo – e isso, convenhamos, não é nada óbvio, sobretudo num sítio tão quente.
Para além do mais, os arranha-céus de luxo oferecem frequentemente atrações que não vais encontrar em mais lado nenhum no mundo, como:
Graças a isto, o Dubai domina as tendências globais do turismo de luxo e continua a surpreender pela inovação. Simplesmente, sabes o que esperar – mas eles vão surpreender-te na mesma.
Quando olhamos para a geografia dos hotéis mais altos do mundo, percebe-se logo que a Ásia e o Médio Oriente dominam, no que toca à arquitetura que toca as nuvens. Dos dez hotéis mais altos, nada menos que sete estão localizados na China e nos Emirados Árabes Unidos – é precisamente lá que se investe mais nos edifícios mais altos.
Hotel | Altura (m) | Localização | Destaques | Número de quartos |
---|---|---|---|---|
International Commerce Centre (ICC) Hotel | 484 | Hong Kong | Hotel Ritz-Carlton; spa mais alto (118.º andar), vistas a dezenas de quilómetros | – |
JW Marriott Marquis Hotel Dubai | 355 | Emirados Árabes Unidos | Dois arranha-céus gémeos; infraestruturas completas para conferências e entretenimento | 1601 |
Grand Lisboa Palace | 340 | Macau | Complexo com casino; novos padrões de entretenimento e alojamento | – |
The St. Regis Shenzhen | 332 | China | Parte do Kingkey 100; sistemas inteligentes de gestão de quarto | ~300 |
Rosewood Guangzhou | 309 | China | Quartos de luxo; vistas panorâmicas sobre o Rio das Pérolas; terraços de observação mais altos | 394 |
Rosewood Bangkok | 314 | Tailândia | Arquitetura inovadora; ligação direta à infraestrutura urbana | – |
Swissôtel The Stamford | 226 | Singapura | Quartos de luxo; serviços de negócios e lazer no centro da cidade | – |
Park Hyatt Chicago | 219 | Estados Unidos | Localização excecional com vista para o Lago Michigan; alta qualidade de serviços | – |
Marina Bay Sands | 194 | Singapura | Famosa construção com piscina no topo; luxo combinado com entretenimento | 2561 |
The First World Hotel | 118 | Malásia | Maior número de quartos (mais de 7000); 36 andares; líder em capacidade | 7000+ |
Quando falo nos hotéis mais altos do mundo, estou a referir-me a verdadeiros exemplos de audácia arquitetónica. Estes gigantes não só ultrapassam limites em termos de metros, mas também na inovação e na experiência que proporcionam aos seus hóspedes. Combinam uma altura impressionante com soluções construtivas únicas e comodidades luxuosas, estabelecendo novos padrões na hotelaria.
Quando olho para estes gigantes da altura, vejo não só números e metros, mas acima de tudo histórias de inovação, luxo e experiências inesquecíveis. Estão a mudar a forma como vemos a hotelaria! Cada um dos hotéis mencionados define novas tendências, mostrando como a tecnologia, o design e a atenção ao cliente se harmonizam, criando lugares únicos em todos os aspetos. Vale mesmo a pena vivenciá-los na própria pele.
Quando planeias uma estadia em hotéis de luxo e bem altos, lembra-te que os preços mais vantajosos costumam aparecer fora da época turística. Em locais populares, como o Dubai ou Singapura, as datas mais baratas calham nos meses de verão – de junho a setembro – altura em que o calor afasta a maioria dos turistas. Neste período, podes poupar mesmo muito dinheiro.
O meu conselho: evita feriados e fins de semana prolongados, porque é mais uma maneira de conseguires preços mais baixos. Em alturas como o Natal, Ano Novo ou festivais locais, os preços podem subir até 30–50%. Se queres apanhar uma boa oportunidade, o melhor é evitares essas datas.
Pela minha experiência, as reservas com antecedência – normalmente 3–4 meses antes da estadia – dão acesso aos melhores descontos e pacotes promocionais. Especialmente em redes prestigiadas, como o Ritz-Carlton ou Marriott, o planeamento antecipado é simplesmente inestimável se queres tarifas mais baratas. É só planeares com cabeça.
Acontece por vezes que a oferta de última hora aparece cerca de 7 a 14 dias antes da data planeada da estadia. Os hotéis tentam, nessa altura, preencher os quartos vagos, por isso podes apanhar bons descontos. É uma boa opção para quem consegue ser flexível e gosta de viagens espontâneas – mas lembra-te, é sempre uma lotaria.
Notei que as reservas para dias de semana, ou seja, de segunda a quinta-feira, costumam ser mais vantajosas do que nos fins de semana. Em estabelecimentos com um grande número de clientes de negócios, como o JW Marriott Marquis no Dubai, os fins de semana são mais caros devido aos eventos e conferências que atraem homens de negócios.
Os períodos intermédios – abril, maio e outubro e novembro – são alturas em que o tempo é agradável e a concorrência entre os hotéis aumenta. O resultado? Melhores promoções e preços mais baixos do que na época alta. Eu próprio costumo recomendar estas datas.
Outra forma de poupar é ficar em hotéis boutique ou em localizações menos populares nos arredores da cidade. Embora menos conhecidos, estes lugares costumam oferecer uma qualidade de serviço muito alta a custos significativamente mais baixos do que os mega-hotéis centrais. Por vezes, vale a pena abdicar do sítio mais badalado para uma maior poupança.
Não te esqueças também dos preços dinâmicos, que mudam consoante a procura atual. Usar ferramentas de monitorização de preços e ter flexibilidade nas datas vai permitir-te minimizar as despesas, mesmo nestes estabelecimentos mais conceituados. É uma forma inteligente de conseguires uma boa oportunidade.
Quando pensas no Dubai, fica a saber que os melhores preços costumam aparecer fora da época alta do turismo, ou seja, no verão. É que as temperaturas, nessa altura, chegam muitas vezes a ultrapassar os 40°C, o que, naturalmente, faz com que o interesse em viajar baixe. Entre junho e setembro, os preços dos voos e alojamentos podem cair para metade, comparando com os meses de inverno. É o momento perfeito se queres poupar uns trocos e não te assustam as temperaturas mais elevadas.
Olha, o que reparei é que setembro e outubro são meses de transição. O tempo começa a ficar um bocadinho mais fresco e o turismo ainda não está a todo o vapor. Nesta altura, os hotéis de luxo costumam lançar muitas promoções, a tentar atrair hóspedes entre a época alta e a baixa. Vale mesmo a pena aproveitar.
Ora, o Ramadão, sendo uma festa islâmica, influencia bastante a sazonalidade dos preços – nessa altura, o movimento turístico baixa e os hotéis tentam cativar com descontos bem convidativos. As datas do Ramadão mudam todos os anos, por isso é bom ficares de olho no calendário islâmico para conseguires planear a tua viagem para esse período mais vantajoso. É uma boa estratégia, claro, se procuras tranquilidade e preços mais em conta.
Não te esqueças que eventos grandes, tipo o Dubai Expo ou os festivais culturais locais, fazem com que a procura e os preços subam por pouco tempo, e podem disparar entre 40 a 60%. Se evitares essas datas, é uma forma de poupares uns trocos, principalmente se o orçamento for a tua prioridade.
Também podes ir à caça de ofertas de última hora e reservas feitas com bastante antecedência. Ambas te dão a oportunidade de conseguires bons preços. As companhias aéreas e os hotéis costumam ter promoções de última hora, sobretudo no verão, mas também podes agarrar boas oportunidades se reservares com uns meses de antecedência – isto claro, se tiveres flexibilidade nas datas.
Pelas minhas observações, percebi que acompanhar os preços nas plataformas de reserva e configurar alertas é uma ótima maneira de perceber rapidamente quando há descidas, principalmente nos chamados “dias mortos” – que são os meios da semana ou fora dos fins de semana. Nessa altura, os alojamentos costumam baixar os preços para aumentar a taxa de ocupação.
Quando estás a pensar nos preços, vê lá que a sazonalidade dos preços também tem em conta a localização dos hotéis. Os alojamentos no centro da cidade e perto das praias mais procuradas mantêm os preços mais altos durante o ano todo, enquanto os que ficam nas periferias costumam ter descontos maiores em períodos de baixa procura. Escolher onde ficar é, portanto, sempre um compromisso entre o conforto e o preço.
E já agora, é bom saber que a duração da estadia faz a diferença. Reservas mais longas, principalmente fora de época, muitas vezes dão para negociar melhores condições e extras, como pequenos-almoços ou transferes. Os hotéis são mais abertos a baixar os valores para estadias de, pelo menos, uma semana – é que, para eles, compensa.
Alguns alojamentos lançam também as chamadas “tarifas flash” por tempo limitado, com preços promocionais para datas específicas. Este tipo de oportunidade é super atrativo fora da época alta, mas exige que sejas rápido e que estejas atento às ofertas através das newsletters ou das redes sociais dos hotéis. Se fores rápido, podes mesmo agarrar uma excelente oportunidade!