As maiores redes hoteleiras do mundo: Marriott, Hilton e outros gigantes

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As maiores redes hoteleiras do mundo: Marriott, Hilton e outros gigantes

Os Gigantes da Hotelaria: Quem está por trás das maiores redes hoteleiras?

Quando se fala em impérios hoteleiros, a Marriott International é, sem dúvida, a primeira que nos vem à mente. Com mais de 8 milhões de quartos em mais de 7.600 propriedades, a Marriott reina absoluta no mercado. No seu portfólio, abriga um verdadeiro tesouro de marcas – desde as mais acessíveis, como o Fairfield Inn, até os deslumbrantes Ritz-Carlton ou os exclusivos Edition Hotels. Estendem-se globalmente por mais de 130 países, o que, convenhamos, é de impressionar e me consolida na convicção da sua posição de liderança no setor.

Logo em seguida à Marriott, vem a Hilton Worldwide, com cerca de 6.500 propriedades e mais de um milhão de quartos. Concentra-se nos segmentos médio e de luxo, oferecendo marcas bem conhecidas: Hilton Hotels & Resorts, Waldorf Astoria ou Conrad. A Hilton, a meu ver, apostou em algo muito concreto: a consistência da marca e um poderoso programa de fidelidade, o Hilton Honors, que constrói eficazmente a lealdade dos clientes. É precisamente este programa que lhes garante um crescimento contínuo.

A InterContinental Hotels Group (IHG) é outra potência que gere cerca de 6.000 hotéis, oferecendo quase 900.000 quartos. O que os distingue? Acima de tudo, a sua vasta diversificação – desde os económicos Holiday Inn Express, até aos verdadeiramente luxuosos InterContinental. Na minha opinião, o seu ponto forte reside num eficiente sistema de franchising e no desenvolvimento extraordinariamente dinâmico de hotéis boutique, especialmente sob a marca Kimpton.

A Accor, pois é a maior rede europeia, abrange cerca de 5.300 hotéis e mais de 750.000 quartos em todo o mundo. Este gigante francês combina habilmente os luxuosos Sofitel com o Novotel (gama média) e o económico Ibis. Percebe-se que têm uma forte aposta no crescimento na Ásia e em África, e ainda investem na digitalização para melhorar a experiência dos hóspedes.

A Huazhu Group, que talvez conheçam como H World, é uma potência chinesa que tem vindo a ganhar força. Já contam com mais de 8.100 hotéis – e, vejam só, isso é mais que a Marriott! Esta rede está a afirmar-se rapidamente no mercado asiático, com uma oferta que vai dos hotéis económicos aos boutiques de luxo. A Huazhu investe fortemente em tecnologia, integrando-a com o atendimento ao cliente, o que, naturalmente, se traduz em maior eficiência e satisfação dos hóspedes.

A BTG Homeinns Hotels Group é outro gigante chinês, com mais de 4.000 hotéis. O seu sucesso, a meu ver, deve-se a uma expansão agressiva e a uma adaptação inteligente da oferta às necessidades da crescente classe média chinesa. Na sua rede, encontrará tanto estabelecimentos económicos como os de alta gama, o que lhes confere uma grande flexibilidade para satisfazer as necessidades dos clientes.

Rede N.º de hotéis N.º de quartos Segmentos Regiões de atuação
Marriott International 7 600+ 8 000 000+ Económico, luxuoso, exclusivo 130+ países globalmente
Hilton Worldwide 6 500 1 000 000+ Médio, luxuoso Global
InterContinental Hotels Group (IHG) 6 000 900 000 Económico, luxuoso, boutique Global
Accor 5 300 750 000+ Económico, médio, luxuoso Global, forte na Ásia e em África
Huazhu Group (H World) 8 100+ Não especificado Económico, médio, boutique de luxo Ásia
BTG Homeinns Hotels Group 4 000+ Não especificado Económico, luxuoso China

Sem dúvida, a Marriott e a Hilton ainda mantêm a liderança na América do Norte e na Europa. Mas – e isto é crucial – as redes chinesas, como a Huazhu ou a BTG, estão a crescer a um ritmo vertiginoso, alterando por completo o panorama no mapa global da hotelaria. Isso demonstra o papel preponderante que a Ásia desempenha como centro de turismo e de investimentos hoteleiros. No entanto, não esqueçamos que o mercado hoteleiro, apesar destes gigantes, continua em grande parte fragmentado – ainda predominam os estabelecimentos independentes e as redes mais pequenas. Ainda assim, a consolidação pelas maiores redes impulsiona a padronização dos serviços, o desenvolvimento de excelentes programas de fidelidade e a implementação de tecnologias modernas que, sem dúvida, elevam a qualidade das nossas viagens.

Qual é a maior rede hoteleira do mundo?

Deixa-me falar-te da Jin Jiang International. Esta gigantesca rede de Xangai é atualmente, de forma surpreendente, a maior do mundo em número de hotéis. Imagina só – gerem mais de 12.000 propriedades em cerca de 380 países! Isto, de facto, supera todas as outras grandes redes globais. Esta rede combina habilmente marcas económicas com as de luxo, atuando num espectro de mercado muito abrangente.

No seu portfólio, foram incorporadas marcas que já conheces, como a Louvre Hotels e a Radisson Hotel Group. Isso fez com que o alcance da Jin Jiang se estendesse não só à Ásia, mas também à Europa e a ambas as Américas. Posso adiantar-te que isso lhes confere o estatuto de um verdadeiro potentado global na indústria.

O seu modelo de negócio, conforme observo, baseia-se na aquisição estratégica de muitas empresas anteriormente independentes. Graças a isso, aumentaram rapidamente a sua quota de mercado, especialmente nos segmentos médio e económico, que estão a crescer a um ritmo impressionante nos países em desenvolvimento.

Curiosamente, como empresa estatal chinesa, a Jin Jiang conta com um forte apoio da política económica do país. Isso, naturalmente, favorece investimentos e a expansão estrangeira. A empresa não dorme à sombra da bananeira – investem intensamente na digitalização dos serviços, introduzindo sistemas modernos de reserva e programas de fidelidade que correspondem plenamente às necessidades dos viajantes de hoje.

Em suma, embora a Jin Jiang domine em número de hotéis, apostam na diversidade da oferta – desde simples estabelecimentos urbanos até resorts de luxo. Graças a isso, alcançam um leque vastíssimo de clientes e geram excelentes receitas de diferentes segmentos do mercado.

Marriott vs. Hilton: Um Duelo de Gigantes na Hotelaria

Paremos para observar este embate de gigantes: a Marriott International conta hoje com mais de 9300 hotéis espalhados pelo mundo, enquanto a Hilton dispõe de pouco mais de 8000 unidades. Na minha opinião, esta diferença resulta, em grande parte, da expansão da Marriott após a aquisição da rede Starwood em 2016. Isso permitiu-lhes consolidar significativamente a sua posição nos segmentos de luxo e premium.

A Hilton, por outro lado, destaca-se pela maior consistência e reconhecimento do seu programa de fidelidade, o Hilton Honors. O seu sistema de valoração de pontos parece-me mais previsível, e os benefícios são, de facto, muito aliciantes, sobretudo para quem viaja com frequência. Ao contrário do modelo dinâmico do Marriott Bonvoy, a Hilton aplica preços-base para os pontos, o que facilita imenso o planeamento de estadias baseadas em recompensas.

No que toca às marcas:

  • A Marriott gere 36 marcas, abrangendo desde os ultraluxuosos (como Ritz-Carlton, St. Regis) e de estilo de vida, até os mais económicos (Moxy, Courtyard).
  • A Hilton tem no seu portefólio 24 marcas, incluindo os luxuosos Waldorf Astoria e os mais económicos Hampton ou Tru by Hilton, o que denota uma aposta no equilíbrio entre qualidade e acessibilidade.

Quanto à abrangência geográfica:

  • A Marriott marca uma presença mais forte na Europa e no Sudeste Asiático.
  • Já a Hilton domina a América do Norte, em particular os Estados Unidos — é lá que se encontram mais de 70% dos seus hotéis. Isso é, de facto, impressionante.

Creio que estas diferenças resultam da longa história da Hilton no mercado doméstico e da estratégia de desenvolvimento global da Marriott.

E quanto às inovações digitais?

  • A Marriott investe intensivamente na personalização, usando a IA para recomendar serviços.
  • A Hilton, por sua vez, foca-se na integração com aplicações móveis, oferecendo chaves digitais e check-in sem contacto. É uma solução que, devo admitir, agiliza consideravelmente o atendimento e eleva o conforto dos viajantes.

No que diz respeito aos cartões de crédito e parcerias financeiras, a Hilton, na minha perspetiva, oferece algumas das melhores soluções do mercado. Basta ver, por exemplo, o cartão Hilton Honors American Express Aspire, com os seus inúmeros e exclusivos benefícios. A Marriott, claro, também dispõe dos seus atrativos cartões associados ao programa Bonvoy, mas as suas condições e bónus parecem-me menos competitivos em comparação com a oferta da Hilton.

Para famílias com crianças, a Hilton frequentemente ganha pontos extra por oferecer pequeno-almoço gratuito num maior número de hotéis e por ter políticas de alojamento mais flexíveis para os mais novos. A Marriott, embora conte, sem dúvida, com um maior número de unidades de luxo, nos segmentos de preço mais baixos, infelizmente, dispõe de comodidades mais limitadas para famílias. É algo a verificar, caso esteja a planear uma viagem com os mais pequenos.

Ambas as redes baseiam o seu modelo de negócio principalmente em franchising e na gestão de propriedades. Contudo, há uma diferença notória:

  • A Marriott, pelo que observo, consegue uma margem mais elevada dos serviços de gestão, o que se traduz em melhores resultados financeiros.
  • A Hilton, por outro lado, foca-se em manter uma qualidade de serviço e de programas de fidelidade consistentemente elevada, construindo conscientemente um valor de marca a longo prazo.

E como é que a situação se apresenta na Polónia?

  • A Hilton pode ser encontrada em cerca de 13 hotéis, com uma oferta adaptada a diferentes padrões e grupos de clientes, o que, na minha opinião, os torna mais acessíveis.
  • A Marriott, por sua vez, tem uma presença menor, focando-se em algumas unidades mais exclusivas. Isto, claro, limita a escolha, mas, em contrapartida, eleva o seu prestígio.

É evidente que ambas as redes continuam a expandir os seus portefólios e programas de fidelidade, adaptando-se incessantemente às necessidades em constante mudança dos viajantes. A escolha final? Essa, meus caros, dependerá sempre das vossas necessidades individuais — seja a busca por uma disponibilidade e diversidade global, seja a preferência pela consistência de um programa de fidelidade e pelos benefícios tangíveis para quem viaja frequentemente.

As Maiores Redes Hoteleiras do Mundo: Um Olhar Aprofundado

A Wyndham Hotels & Resorts é, sem dúvida alguma, um verdadeiro gigante no que respeita ao número de hotéis – com mais de 9100 unidades em cerca de 95 países! Apostam forte no segmento económico e de gama média, e no seu portefólio encontram-se marcas bem conhecidas como Ramada ou La Quinta.

Em segundo lugar, surge o grupo chinês Huazhu Group, com cerca de 8100 hotéis. A sua impressionante posição foi construída, na sua maioria, no mercado económico e de gama média na China e na Ásia. Isso, convenhamos, distingue-os claramente dos gigantes americanos, não é verdade?

A Choice Hotels, que associamos a marcas como Comfort Inn e Econo Lodge, gere mais de 7500 hotéis por todo o mundo. O seu foco principal é a simplicidade e a fácil acessibilidade dos serviços, atendendo clientes na América do Norte, América Latina e Europa.

A rede francesa Accor Hotels tem cerca de 5300 hotéis, oferecendo um leque bastante vasto — desde os luxuosos Sofitel e Novotel, até os mais económicos Ibis. Estão em forte expansão nos mercados europeus e asiáticos, conjugando habilmente tecnologias modernas com a hospitalidade tradicional.

A InterContinental Hotels Group (IHG) conta com mais de 5300 hotéis, representando marcas que vão do luxuoso InterContinental ao popular Holiday Inn. Esta rede, com sede no Reino Unido, mantém uma posição sólida também no mercado americano.

Rede Hoteleira Número de Hotéis Principais Áreas de Operação Segmentos de Mercado
Wyndham Hotels & Resorts 9100+ Global (95 países) Económico e Médio
Huazhu Group 8100+ China, Ásia Económico e Médio
Choice Hotels 7500+ América do Norte, América Latina, Europa Económico e Médio
Accor Hotels 5300+ Europa, Ásia Do Económico ao Luxo
IHG 5300+ Global Luxo e Médio

É curioso notar que as redes chinesas e asiáticas estão a expandir-se rapidamente e a entrar, com cada vez maior audácia, nos mercados internacionais. Vejamos alguns exemplos: a BTG Homeinns – com perto de 4000 hotéis, ou a OYO – com mais de 20 000 unidades, principalmente na Índia e no Sudeste Asiático, embora tenham enfrentado alguns desafios recentemente.

Por outro lado, marcas de luxo mais pequenas, como Four Seasons ou Aman Resorts, contam com apenas menos de 150 hotéis. Contudo – e aqui reside o cerne da questão – distinguem-se pela qualidade de serviço absolutamente excecional e pelo prestígio. Oferecem experiências altamente personalizadas, tornando-se muitas vezes um destino em si para clientes premium. É algo que valorizo bastante.

As redes regionais, como por exemplo a Best Western Hotels & Resorts, mantêm uma posição robusta graças a modelos de franchising flexíveis e a um amplo leque de marcas que cobrem diferentes segmentos de preços. Isso permite-lhes adaptar-se perfeitamente às necessidades e comportamentos dos consumidores locais em mercados onde a concorrência é acentuada e os perfis dos turistas podem ser verdadeiramente diversificados.

Os Grandes Nomes da Hotelaria em Destaque: IHG, Wyndham, Accor e Outros

A InterContinental Hotels Group (IHG) é um grupo que se distingue verdadeiramente pela inovação nos seus programas de fidelização. Possuem um vasto portefólio de marcas que abrangem diversos segmentos – desde o luxuoso InterContinental até o prático Holiday Inn Express. Pelo que tenho observado, a IHG tem-se mostrado perita na exploração de tecnologias avançadas, como aplicações móveis e plataformas digitais, o que facilita consideravelmente as reservas e a personalização dos serviços. É, sem dúvida, um passo promissor.

A Wyndham Hotels & Resorts, que já mencionei ser um líder em número de propriedades, tem vindo a expandir dinamicamente a sua presença global. Aponta, sobretudo, para marcas económicas e de gama média, como a Super 8, Days Inn ou Ramada. Simplificaram o processo de reserva e aumentaram a flexibilidade da oferta, o que, na minha opinião, lhes facilita o acesso a famílias e a viajantes em negócios. A sua gestão eficaz de franchisings permite-lhes uma resposta rápida às necessidades do mercado local.

A Accor, este gigante francês, tem investido fortemente na digitalização e no desenvolvimento do seu programa ALL – Accor Live Limitless. Este programa vai além de um mero sistema de fidelização; combina-o com lazer e gastronomia, criando, a meu ver, uma plataforma verdadeiramente abrangente para os clientes. A rede tem desenvolvido intensamente o segmento de hotéis boutique e de lifestyle, como o Mama Shelter ou o Jo&Joe. Respondem na perfeição à crescente procura por experiências únicas e autênticas, especialmente entre os viajantes mais jovens.

A Choice Hotels, como tenho notado, tem vindo a crescer dinamicamente nos mercados da América do Norte e Europa, com marcas que vão do económico Comfort Inn ao mais sofisticado Ascend Hotel Collection. Apostam na simplificação da experiência dos hóspedes, investindo em tecnologias contactless e no check-in online rápido. Isso, sem dúvida alguma, aumenta o conforto para estadias curtas e viagens de negócios.

A Jin Jiang International, o gigante chinês, tem consistentemente ampliado a sua presença global, adquirindo marcas como a Louvre Hotels e a Radisson. Percebo que a sua estratégia passa pela adaptação às exigências dos mercados ocidentais, enquanto mantêm uma posição forte no mercado asiático. O portefólio da Jin Jiang abrange de tudo: desde hotéis de luxo a unidades económicas, o que lhes permite alcançar um leque verdadeiramente vasto de clientes.

A Huazhu Group tem vindo a expandir o seu portefólio nos segmentos económico e de gama média, sobretudo na China e no Sudeste Asiático, onde o turismo floresce a um ritmo vertiginoso. A rede investe na integração digital e na padronização dos serviços, o que lhes permite manter a consistência das marcas a preços realmente competitivos.

A Best Western Hotels & Resorts, como tenho observado, tem vindo a reforçar o segmento de gama média, expandindo marcas como a Best Western Plus e a Best Western Premier. O seu modelo de franchising flexível permite-lhes uma adaptação rápida às exigências e preferências locais dos hóspedes. Digo-lhe, isso pode ser crucial em mercados competitivos, onde os perfis dos clientes são tão diversos.

Vale a pena, por um momento, voltarmos à Marriott International, cujo portefólio se estende do luxuoso The Ritz-Carlton a marcas mais acessíveis, como a Moxy. Esta rede, na minha opinião, capta clientes de forma excelente graças a experiências de luxo e a uma forte presença no segmento de gama média. Além disso, vejo que a Marriott tem vindo a implementar, cada vez com mais audácia, soluções ecológicas e sustentáveis, o que, naturalmente, atrai viajantes preocupados com o ambiente.

E quanto à Four Seasons e à Aman Resorts? Estas concentram-se em segmentos premium de nicho, oferecendo estadias personalizadas e absolutamente exclusivas, que frequentemente ultrapassam os padrões de classificação por estrelas. Estas propriedades, na minha avaliação, tornam-se muitas vezes destinos por si só, atraindo hóspedes que procuram experiências de luxo verdadeiramente únicas.

A Quem Pertencem as Grandes Redes Hoteleiras?

Já se perguntou a quem, afinal, pertencem todas estas grandes redes hoteleiras? É uma questão complexa! Normalmente, são conglomerados de investimento, fundos de private equity e corporações listadas nas bolsas de valores mundiais. Os proprietários são tanto grandes investidores institucionais como acionistas individuais. Tudo isto gera estruturas de propriedade realmente complexas e multifacetadas.

Participações significativas em redes como a Marriott International ou a Hilton Worldwide pertencem a fundos de investimento que gerem milhares de milhões de dólares. Estes proprietários, por norma, não se envolvem na gestão diária. Concentram-se, antes, na supervisão estratégica e, como acontece no mundo dos negócios, na maximização do retorno do investimento.

Redes como a Accor, por sua vez, têm uma estrutura mais centralizada; operam como empresas de capital aberto com um acionariado disperso. Na sua composição, encontramos instituições financeiras, investidores individuais e fundos de pensões. Os conselhos de administração e as direções desempenham aqui um papel fulcral, representando os interesses dos proprietários a nível operacional.

É importante saber, também, que a propriedade dos próprios hotéis é, frequentemente, dispersa através de sistemas de franchising e acordos de gestão. Na prática, isto significa que unidades específicas pertencem, não raras vezes, a investidores ou promotores imobiliários locais, enquanto a marca hoteleira atua apenas como operadora e garante os padrões. Estas entidades independentes operam sob a égide da grande rede, pagando-lhe, naturalmente, taxas de licenciamento ou de gestão.

Cada vez mais, investidores globais unem forças com grupos de capital locais, sobretudo nos mercados turísticos em rápido crescimento, como a Ásia ou o Médio Oriente. Tais parcerias permitem, na minha opinião, uma excelente fusão do know-how global com o conhecimento local do mercado e da cultura.

A propriedade das grandes redes hoteleiras é, frequentemente, um portefólio completo de diversas marcas, abrangendo os segmentos de luxo, empresarial e económico. Isto, a meu ver, diversifica magnificamente o risco e permite uma adaptação flexível às tendências turísticas e económicas globais.

Modelo de Negócio: Sociedades Cotadas em Bolsa e Franquia

As sociedades cotadas em bolsa operam nos mercados de capitais e angariam capital através da emissão de ações. Assim, os investidores tornam-se coproprietários da empresa, o que dilui o risco e, crucialmente, motiva a gestão a administrar eficazmente o património da companhia.

A sua estratégia assenta em:

  • transparência financeira e relatórios em conformidade com as regulamentações de supervisão, o que gera confiança;
  • acesso a financiamento mais vantajoso;
  • aproveitamento das sinergias de investidores institucionais;
  • expansão das operações em mercados internacionais.

Por sua vez, a franquia é um modelo de negócio assente na colaboração entre duas entidades: o franqueador, que possui um know-how e uma marca consolidados, e o franqueado, que opera sob a sua insígnia mediante condições predefinidas. Este modelo permite uma rápida expansão da rede de pontos de venda ou de serviços sem grandes investimentos por parte do franqueador.

Ao contrário das sociedades cotadas em bolsa, a franquia baseia-se em relações de parceria, caracterizadas por:

  • um controlo rigoroso sobre os padrões e procedimentos por parte do franqueador;
  • a garantia de uniformidade da oferta;
  • a manutenção da coerência da imagem, algo fulcral para o reconhecimento e a fidelização dos clientes.

Estes modelos também se distinguem em termos de risco e de investimento de capital. Investir em ações de sociedades cotadas em bolsa é mais líquido e permite a diversificação da carteira. Abrir uma franquia exige maiores investimentos iniciais e operacionais, mas, em contrapartida, oferece um maior controlo sobre a gestão diária do negócio. A escolha, a meu ver, depende de vários fatores.

As sociedades cotadas em bolsa utilizam frequentemente o modelo de franquia como parte integrante da sua estratégia de desenvolvimento, sobretudo em setores como a restauração, o retalho ou a hotelaria. Isso permite-lhes:

  • uma rápida expansão do alcance da marca com a limitação do risco de capital;
  • a constituição de um portefólio de marcas que operam sob o modelo de franquia;
  • a geração de receitas recorrentes através de taxas de licenciamento.

A decisão entre uma sociedade cotada em bolsa e uma franquia deve ponderar diversas questões:

  • o montante de capital disponível;
  • a sua predisposição para gerir o risco;
  • a necessidade de independência;
  • as suas preferências quanto ao nível de controlo operacional sobre o negócio.

Quais as Marcas Hoteleiras Consideradas as Mais Luxuosas?

Falemos de verdadeira extravagância. Os Four Seasons Hotels and Resorts são, na minha opinião, uma das cadeias mais prestigiadas do mundo. Distinguem-se pela abordagem individualizada a cada hóspede e por um padrão de serviço invariavelmente elevado. Embora possuam um número relativamente reduzido de propriedades – cerca de 120 – esta marca dita, consistentemente, as tendências na hotelaria de luxo, ao oferecer uma personalização e discrição excecionais. Incrível, não é?

Para mim, os Aman Resorts são sinónimo de exclusividade em formato boutique. Imagine só: apenas 32 hotéis em 20 países garantem privacidade absoluta e uma atmosfera intimista, muitas vezes em recantos remotos e deslumbrantes do globo. Os preços médios por noite colocam a Aman entre as redes mais caras. A que se deve isso? À atenção meticulosa a cada detalhe, a experiências locais genuínas e a um design único que se harmoniza perfeitamente com o ambiente.

O The Ritz-Carlton está há décadas associado ao máximo prestígio e luxo. Lembro-me do famoso hotel em Hong Kong, situado nos andares mais altos de um arranha-céus, que durante quase uma década foi considerado o hotel mais alto do mundo. O Ritz-Carlton combina, com mestria, elegância, requinte cultural e um serviço de apoio excecional. Na minha perspetiva, é a escolha ideal para hóspedes que esperam a perfeição total.

O Burj Al Arab, no Dubai, embora oficialmente classificado com cinco estrelas deluxe, é frequentemente referido como um hotel de "7 estrelas". Porquê? O nível de luxo e opulência lá é simplesmente avassalador. Suites dúplex, helicópteros privados, concierge disponível 24/7, e ainda interiores onde o ouro e o mármore imperam – tudo isto coloca esta propriedade na vanguarda dos ícones mundiais do luxo. É algo inacreditável!

A Belmond especializa-se em resorts de luxo, comboios e hotéis boutique. Oferecem não apenas alojamento, mas também viagens únicas e experiências verdadeiramente locais. As suas propriedades cuidadosamente selecionadas, a meu ver, combinam na perfeição autenticidade, história e o máximo conforto. Atraem hóspedes sedentos de aventuras exclusivas e, o que é fundamental, de verdadeira serenidade.

O Mandarin Oriental distingue-se pela fusão da tradição asiática com o luxo contemporâneo. Provavelmente conhece a marca pelos seus spas requintados, restaurantes com estrelas Michelin e um serviço absolutamente excecional, que excede os padrões da indústria. Encontrará hotéis desta cadeia tanto em metrópoles vibrantes como em resorts exclusivos.

Marca Hoteleira Número de Propriedades Preço médio por noite (USD) Especialização
Four Seasons ~120 de 800 a 5000+ Hotéis e resorts de luxo com serviço personalizado
Aman Resorts 32 de 1000 a 7000+ Hotéis boutique em localizações intimistas
Ritz-Carlton 100+ de 700 a 4000+ Experiências exclusivas em ícones de luxo
Burj Al Arab 1 (propriedade emblemática) de 1500 a 25000+ Hotel ultra luxuoso no Dubai
Belmond ~50 de 600 a 3500+ Viagens de luxo e experiências autênticas
Mandarin Oriental 30+ de 700 a 4000+ Luxo sofisticado com um toque asiático

O que une estas marcas de luxo? Em primeiro lugar, criam experiências únicas, e não apenas a mais alta qualidade de serviço. Concedem acesso a ilhas privadas, helicópteros ou iates de luxo. Organizam eventos exclusivos, como concertos privados ou lugares VIP em eventos desportivos internacionais. Apostam no minimalismo no número de quartos, para garantir total discrição e intimidade. Selecionam o pessoal rigorosamente e formam-no de modo a que se concentre nas necessidades individuais dos hóspedes. E, claro, investem fortemente nas mais recentes tecnologias, que elevam o conforto e a segurança da estadia.

Esta abordagem agrada especialmente a clientes abastados que procuram tranquilidade longe do turismo de massas. E pronto. Missão cumprida.

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